segunda-feira, 5 de setembro de 2016

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Fábrica Portugal

A Fábrica Portugal, no Sabugo, foi um dois grandes empregadores do concelho de Sintra e particularmente da nossa zona, sendo muitos os habitantes de Coutinho Afonso e Cortegaça que aí trabalharam.

No blogue "Restos de Colecção" (http://restosdecoleccao.blogspot.pt/) encontramos um excelente texto sobre a Fábrica Portugal (clicar no link para abrir o texto) :

 Restos de Colecção: Fábrica Portugal: Não se sabe ao certo o ano de fundação da “Fábrica Portugal”, mas certamente antes de 1890. Um inquérito em 1890, registava uma força labor...



domingo, 19 de junho de 2016

Coutinho Afonso, aldeia da freguesia de Algueirão-Mem Martins?

Aqui na freguesia de Algueirão-Mem Martins parece que atravessamos mais uma fase de "esquecimento seletivo".

Neste caso, a "patologia" tem a ver com os limites territoriais da freguesia, mais concretamente com a fronteira sul, que parece estar agora pelo Algueirão Velho, excluindo dessa forma a aldeia de Coutinho Afonso,

Vejamos:

Inexistência de meios que garantam a velocidade legal de circulação - a estrada que atravessa a povoação, na sua entrada no sentido Algueirão-Cortegaça, dispõe apenas de um semáforo que, como é facilmente comprovável, não é respeitado por mais de 90% dos condutores (aceitamos apostas...). Na realidade, a culpa do desrespeito pela infração é dos condutores, mas a responsabilidade por garantir a segurança das populações (idosos, crianças, animais - não existem gatos em Coutinho Afonso!), por assegurar que foram tomadas todas as medidas necessárias e adequadas para evitar acidentes muito graves, é de quem? Se a Junta de Freguesia considera que a situação tal como está garante a segurança das pessoas pensamos que o deve afirmar sem qualquer ambiguidade...


Inexistência de passeios - julgamos que se trata da única povoação do concelho de Sintra que não tem passeios para peões!

Falta de desmatação, tyraduzida até em evidentes riscos para a segurança de peões e condutores:



Limpeza de linhas de água - desde há algum tempo que os pisos inferiores de algumas casas são sistematicamente inundados, certamente dada a falta de limpeza e desobstrução de linhas de água:

Dignificação do largo do "Rossio" - promessa antiga, a simples limpeza e ordenamento do maior largo da povoação, permitindo higienizar o local (nesta altura as carraças agradecem o fantástico estado de limpeza), "estabilizar" limites de terrenos e a criação de um espaço de lazer que possa ser usufruído não só pela população da aldeia mas pelos muitos fregueses e munícipes que passam por aqui.


Há ainda um grave aspeto de lesa-património público, mas sobre o qual "tiramos o chapéu" ao Presidente da Junta, Dr. Valter Januário, pela posição de defesa que tem tomado junto da CMS - trata-se do despudorado roubo de espaço público, incluindo vias de acesso à ponte medieval de Coutinho Afonso.

Na realidade, não obstante as várias visitas efetuadas pelo nosso caro amigo Dr. Valter Januário e dos encontros tidos com moradores de Coutinho Afonso com vista à resolução dos inúmeros problemas que afetam esta povoação da freguesia de Algueirão-Mem Martins, a situação "estabilizou" (negativamente, como se vê) completamente.

Permitam-nos"puxar dos galões", o que pode não ser muito politicamente correto nos tempos que correm, mas perante a gravidade das questões pior será não "situar a coisa": Coutinho Afonso é simplesmente uma das mais antigas povoações do país. Segundo a Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Coutinho_Afonso):
Existem evidências da ocupação no local já no Paleolítico Antigo ou Superior – 600.000 a 100.000 anos a.C. –, como o atestam escavações efetuadas em 1966 pelo arqueólogo João José Fernandes Gomes na "estação paleolítica de superfície da Casa Caída". De acordo com o arqueólogo, esse povoado manteria a sua ocupação pelo menos até ao Paleolítico Médio – 100.000 a 40.000 anos a. C. [1]
 No período romano Coutinho Afonso era atravessada por uma “(…) grande estrada romana que ligava Belas, Suimo, Casal da Mata, Coutinho Afonso e irá provavelmente ter ao Ramalhão.” [2]
 As primeiras referências escritas serão de 1348, em notícias de aforamentos de terras do Convento de Santa Cruz de Coimbra em "Maria Dias" e "Gontijnha Afonso" (AHS, Núcleo Silva Marques).
  Segundo o editor António Rocha Madahil, no Livro da Fazenda e Rendas da Universidade de Coimbra em 1570 (organizado, em 1570, por Simão de Figueiró, escrivão das rendas e bens da Universidade de Coimbra e publicado em 1940), citado pelo arqueólogo Rui Oliveira, Coutinho Afonso “(…) é citado duas vezes a propósito de propriedades: ‘… uma vinha e muitas propriedades de pam que trazem (isto é arrendadas) dezanove ou vinte pessoas do dito lugar’ Nestas duas citações, duas variantes gráficas: a 1.ª = Coutinha Afonso; a 2.ª Guontinha Afonso (…)”. [3]
 Lista de Comarcas do Reino, de 1640, refere que Coutinho Afonso pertencia à Vintena [nota 1] de Cortegraça e tinha 5 vizinhos. [5] [nota 2]
(...) 
Desculpem lá, mas das duas povoações-sede da freguesia, o Algueirão e Mem Martins, da primeira ouve-se falar no Neolítico (5.000 a. C. - 2.000 a. C.) e da segunda nem sequer isso. O respeito pelos antepassados, pela História, é reconhecidamente um dos principais sinais de desenvolvimento, inteligência e cultura...

Como todos sabemos, uma boa parte (a maioria) da resolução das questões aqui apontadas não cabe à Junta de Freguesia, mas à Câmara Municipal; sabemos também, porque tal nos é dito pela câmara, é que esta executa (e prioriza) essencialmente o que é sinalizado e proposto pela Junta  - e, dizem as "más-línguas", que o que se passa é que qualquer uma das questões que indicamos não se encontra no "caderno reivindicativo" da Junta de Freguesia...

sábado, 21 de maio de 2016

Notícia sobre a ETAR de Coutinho Afonso / Cortegaça

As populações de Coutinho Afonso, Raposeiras e Cortegaça têm estranhado o facto da ETAR construída já há longos meses em Cortegaça não ter sido ativada, não sendo também prestada qualquer informação sobre as razões para que tal não tivesse sucedido.

Soubemos agora notícias do assunto pelo site do Movimento "Sintrenses com Marco Almeida"- http://www.marcoalmeida.net/actualidade/noticias/movimento-scma/271-etarc - de onde extraímos o post:  


Nova ETAR de Cortegaça ainda inativa

A Estação de Tratamento de Águas Residuais – ETAR - localizada em Cortegaça, encontra-se concluída há cerca de dois anos mas não entrou ainda em funcionamento.
Os Vereadores do nosso Movimento manifestaram na última reunião de câmara a sua incredulidade perante a inoperância de uma estrutura tão importante para o ambiente e para a qualidade de vida dos sintrenses.
O executivo camarário justificou esta inactividade com o facto de a empresa responsável pela conclusão da obra ter falido.
Não só lamentamos a incapacidade da câmara para desbloquear esta situação, como estranhamos que os SMAS de Sintra não tenham, até à data, emitido com o recibo de água qualquer nota explicativa das razões de tal atraso.


Sabe o que é uma ETAR?

Uma Estação de Tratamento de Águas Residuais - ETAR - corresponde a uma infraestrutura de extrema importância e uma solução para a despoluição de múltiplos cursos de água para onde, diariamente, são canalizados através das redes de esgotos, grande carga de efluentes poluentes de forma quase ininterrupta. Estas estações, normalmente localizadas no troço final de um curso de água, recebem de forma contínua os resíduos líquidos urbanos canalizados através da rede pública de esgotos. Posteriormente submete esses efluentes a um tratamento que se processa de forma faseada. A primeira fase corresponde ao pré-tratamento. Nesta fase as águas brutas (esgotos ou águas residuais), produzidas pela população, são admitidas na ETAR por intermédio dos coletores principais, passando por uma câmara de chegada onde, através de uma grade automática, são filtrados os resíduos sólidos de maior dimensão. Estes são descarregados para um contentor de armazenagem e enviados para um aterro sanitário. Em seguida a água residual passa por tamisadores, sendo retirados sólidos de dimensão mais pequena. Já desprovida de sólidos a água residual passa por unidades de tratamento: desarenador, desengordurador, de forma a remover as areias e as gorduras. A segunda etapa corresponde ao tratamento primário. Esta segunda fase desenvolve-se em decantadores primários. Aqui são separadas a parte líquida e a parte sólida em suspensão, que resistiram ao pré-tratamento. A água residual é filtrada e são adicionados floculantes de forma a acelerar a agregação das partículas e a sua decantação. Estas acumulam-se no fundo do tanque, enquanto que a parte líquida se escoa junto à superfície. A terceira fase - tratamento secundário ou biológico efetua-se nos tanques de arejamento. A adição de oxigénio e micro-organismos ajudam a decompor as impurezas que ainda permanecem na água residual e vão transformá-las em lamas, que se acumulam no fundo deste gigantesco recipiente, permitindo uma terceira filtragem. Finalmente, na quarta etapa ou tratamento terciário, a água residual é submetida a uma desinfeção efetuada por meio de radiação ultravioleta, de modo a eliminar por completo os micro-organismos que possam ainda existir, tornando-a mais pura. Posteriormente, efetua-se a sua descarga para o exterior.
Fonte: Infopédia – Porto Editora

sábado, 26 de março de 2016

Igreja do Algueirão constrói barracão em plástico

A Igreja do Algueirão, cuja obra social e educacional é sobejamente reconhecida, iniciou há algumas semanas a execução de uma obra nos terrenos envolventes ao templo.

Na atualidade é possível já perceber de que obra se trata: surpresa das surpresas, um barracão de plástico!!!


As imagens dizem tudo, não são necessários adjetivos para qualificar esta "obra de regime". Alguém ensandeceu mesmo.

Não podemos também deixar de "aplaudir" - com os pés, naturalmente - as entidades licenciadoras  do distinto barracão (sim, sim, a obra está mesmo licenciada).

domingo, 20 de março de 2016

Algueirão - Mem Martins: Fotografias dos fundadores dos Recreios Desportivo...

Algueirão - Mem Martins: Fotografias dos fundadores dos Recreios Desportivo...: Fotografias dos fundadores dos Recreios Desportivos do Algueirão e outros

Festas de S. José 2016

Realizaram-se este fim de semana no Algueirão as Festas em honra do padroeiro da freguesia, São José.

O programa:

Iluminações, dia 18:


Na capela de S. José, dia 19:


Procissão das Velas, dia 19:


Procissão de S. José, dia 20:


 Na igreja paroquial, dia 20: