sábado, 25 de abril de 2009

domingo, 19 de abril de 2009

O LAVADOURO - 2

Acabamos por descobrir uma fotografia do antigo lavadouro:


Esta fotografia vem inserida num artigo do "Correio da Manhã" de 06 de Novembro de 1986, de que apresentamos de seguida o excerto respeitante a Coutinho Afonso. O artigo fala também das Raposeiras e de Sacotes.


domingo, 22 de fevereiro de 2009

"A PEDRA E A ARTE DE BEM A TALHAR" - Joaquim Pechilga

Joaquim Pechilga, habitante de Coutinho Afonso (mais conterrâneo que apenas habitante, apesar de ter nascido em Cortegaça) possui as mais altas distinções do concelho de Sintra e da freguesia de Algueirão-Mem Martins.



Essas distinções são devidas ao seu talentoso e esforçado trabalho como canteiro-escultor, profissão exercida desde sempre por muitos dos naturais ou habitantes de Coutinho Afonso e de Cortegaça.


O reconhecimento da sua personalidade e do seu trabalho foi registado em vários documentos, de que destacamos para já uma notícia e entrevista da revista "As Cidades e a Serra" de Novembro de 2004.




Em próxima oportunidade falaremos do livro A PEDRA E A ARTE DE BEM A TALHAR. A PROPÓSITO DE UMA OFICINA DE CANTEIRO TRADICIONAL, da autoria de Joaquim Leite, edição da Câmara Municipal de Sintra/Núcleo de Património Histórico e Antropológico da Divisão de Património Histórico-Cultural/DCT, Cadernos de Património 2, 2003.

Um bem-haja a Joaquim Pechilga.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

O LAVADOURO

Em meados dos anos 80 do século ido, uma fúria modernizadora abateu-se na freguesia do Algueirão: os "iluminados" eleitos (certamente próximo de eleições autárquicas), decidiram fazer obra em Coutinho Afonso, e vai daí constróem um novo lavadouro, coberto e em tijolo.

Só que para construírem essa "obra de regime" destruíram o antiquíssimo e característico lavadouro em lajes de pedra já existente nesse local; infelizmente não possuo fotografias (se alguém as tiver agradeço que me contacte pelo blogue).
Restou uma pequena e improvisada fonte:


Julgo que o antigo lavadouro foi aterrado, pelo que, talvez um dia alguém decida voltar a colocar ao dispor dos habitantes e visitantes mais este vestígio do nosso passado.

"DESCOBRIR ALGUEIRÃO-MEM MARTINS"

Há dez anos, em 1998, Dulce Pinto, uma habitante de Algueirão-Mem Martins, publicou um livro/monografia intitulado "Descobrir Algueirão-Mem Martins".

Eis algumas notícias sobre esse livro (lançado na livraria "Astrolábio", de boa memória):




Apesar das referências que o livro faz a Coutinho Afonso não serem muito abundantes, apresentamos de seguida algumas das páginas onde a povoação é referida:

Página 34, capitulo "Habitação"


Página 43, capitulo "Fontanários"

Página 78, capitulo "Percurso pela freguesia"


Pág. 114, capitulo "Agricultura" (na foto da parte inferior da página o saudoso Chico Miguel)

Julgo que ainda se poderá encontrar este livro à venda nas instalações do "Jornal de Sintra" (Av. Heliodoro Salgado, Sintra).

NOTÍCIA DE 1985

Uma notícia sobre Coutinho Afonso e Raposeiras de 1985, publicada no órgão informativo da Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins, designado "Boletim 921":

Repare-se no pretensiosismo do "Coutim Afonso"! (a este propósito pode ser visto um comentário feito em 1987sobre estas "confusões" de nome da povoação - COUTINHO AFONSO - A "FACE ESCURA DA FREGUESIA")

domingo, 15 de fevereiro de 2009

AGUARDENTE "QUINTA DA BARROSA"

Mais uma do sótão da minha Mãe: um rótulo de aguardente "Quinta da Barrosa" (dimensão de 140 x 99 mm), produzida pelo estabelecimento de José Lopes Miranda (Herdeiros), do Algueirão.