Mostrar mensagens com a etiqueta protesto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta protesto. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Largo do Rossio de Coutinho Afonso - (semi) limpeza anual

Aproximando-se as festas anuais de N. Sra. da Luz em  Cortegaça e Coutinho Afonso, as autoridades públicas efetuaram a tradicional limpeza anual dos arruamentos de Coutinho Afonso, entre os quais o Largo do Rossio.

Também tal como nos anos anteriores, a limpeza ficou a meio - como se vê na fotografia apresentada a seguir, só uma parte do largo tem direito a "barrela anual"...



domingo, 19 de junho de 2016

Coutinho Afonso, aldeia da freguesia de Algueirão-Mem Martins?

Aqui na freguesia de Algueirão-Mem Martins parece que atravessamos mais uma fase de "esquecimento seletivo".

Neste caso, a "patologia" tem a ver com os limites territoriais da freguesia, mais concretamente com a fronteira sul, que parece estar agora pelo Algueirão Velho, excluindo dessa forma a aldeia de Coutinho Afonso,

Vejamos:

Inexistência de meios que garantam a velocidade legal de circulação - a estrada que atravessa a povoação, na sua entrada no sentido Algueirão-Cortegaça, dispõe apenas de um semáforo que, como é facilmente comprovável, não é respeitado por mais de 90% dos condutores (aceitamos apostas...). Na realidade, a culpa do desrespeito pela infração é dos condutores, mas a responsabilidade por garantir a segurança das populações (idosos, crianças, animais - não existem gatos em Coutinho Afonso!), por assegurar que foram tomadas todas as medidas necessárias e adequadas para evitar acidentes muito graves, é de quem? Se a Junta de Freguesia considera que a situação tal como está garante a segurança das pessoas pensamos que o deve afirmar sem qualquer ambiguidade...


Inexistência de passeios - julgamos que se trata da única povoação do concelho de Sintra que não tem passeios para peões!

Falta de desmatação, tyraduzida até em evidentes riscos para a segurança de peões e condutores:



Limpeza de linhas de água - desde há algum tempo que os pisos inferiores de algumas casas são sistematicamente inundados, certamente dada a falta de limpeza e desobstrução de linhas de água:

Dignificação do largo do "Rossio" - promessa antiga, a simples limpeza e ordenamento do maior largo da povoação, permitindo higienizar o local (nesta altura as carraças agradecem o fantástico estado de limpeza), "estabilizar" limites de terrenos e a criação de um espaço de lazer que possa ser usufruído não só pela população da aldeia mas pelos muitos fregueses e munícipes que passam por aqui.


Há ainda um grave aspeto de lesa-património público, mas sobre o qual "tiramos o chapéu" ao Presidente da Junta, Dr. Valter Januário, pela posição de defesa que tem tomado junto da CMS - trata-se do despudorado roubo de espaço público, incluindo vias de acesso à ponte medieval de Coutinho Afonso.

Na realidade, não obstante as várias visitas efetuadas pelo nosso caro amigo Dr. Valter Januário e dos encontros tidos com moradores de Coutinho Afonso com vista à resolução dos inúmeros problemas que afetam esta povoação da freguesia de Algueirão-Mem Martins, a situação "estabilizou" (negativamente, como se vê) completamente.

Permitam-nos"puxar dos galões", o que pode não ser muito politicamente correto nos tempos que correm, mas perante a gravidade das questões pior será não "situar a coisa": Coutinho Afonso é simplesmente uma das mais antigas povoações do país. Segundo a Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Coutinho_Afonso):
Existem evidências da ocupação no local já no Paleolítico Antigo ou Superior – 600.000 a 100.000 anos a.C. –, como o atestam escavações efetuadas em 1966 pelo arqueólogo João José Fernandes Gomes na "estação paleolítica de superfície da Casa Caída". De acordo com o arqueólogo, esse povoado manteria a sua ocupação pelo menos até ao Paleolítico Médio – 100.000 a 40.000 anos a. C. [1]
 No período romano Coutinho Afonso era atravessada por uma “(…) grande estrada romana que ligava Belas, Suimo, Casal da Mata, Coutinho Afonso e irá provavelmente ter ao Ramalhão.” [2]
 As primeiras referências escritas serão de 1348, em notícias de aforamentos de terras do Convento de Santa Cruz de Coimbra em "Maria Dias" e "Gontijnha Afonso" (AHS, Núcleo Silva Marques).
  Segundo o editor António Rocha Madahil, no Livro da Fazenda e Rendas da Universidade de Coimbra em 1570 (organizado, em 1570, por Simão de Figueiró, escrivão das rendas e bens da Universidade de Coimbra e publicado em 1940), citado pelo arqueólogo Rui Oliveira, Coutinho Afonso “(…) é citado duas vezes a propósito de propriedades: ‘… uma vinha e muitas propriedades de pam que trazem (isto é arrendadas) dezanove ou vinte pessoas do dito lugar’ Nestas duas citações, duas variantes gráficas: a 1.ª = Coutinha Afonso; a 2.ª Guontinha Afonso (…)”. [3]
 Lista de Comarcas do Reino, de 1640, refere que Coutinho Afonso pertencia à Vintena [nota 1] de Cortegraça e tinha 5 vizinhos. [5] [nota 2]
(...) 
Desculpem lá, mas das duas povoações-sede da freguesia, o Algueirão e Mem Martins, da primeira ouve-se falar no Neolítico (5.000 a. C. - 2.000 a. C.) e da segunda nem sequer isso. O respeito pelos antepassados, pela História, é reconhecidamente um dos principais sinais de desenvolvimento, inteligência e cultura...

Como todos sabemos, uma boa parte (a maioria) da resolução das questões aqui apontadas não cabe à Junta de Freguesia, mas à Câmara Municipal; sabemos também, porque tal nos é dito pela câmara, é que esta executa (e prioriza) essencialmente o que é sinalizado e proposto pela Junta  - e, dizem as "más-línguas", que o que se passa é que qualquer uma das questões que indicamos não se encontra no "caderno reivindicativo" da Junta de Freguesia...

sábado, 27 de junho de 2015

Mais um acidente rodoviário grave

Mais um brutal acidente em Coutinho Afonso - esta manhã, mais uma vez, um certamente "condutor consciente e responsável" derrubou novamente o poste telefónico que se vê na fotografia. 


 
Como todos (menos as autoridades) compreendemos, a tragédia só não aconteceu porque não estava nenhum peão a passar...

Mais uma vez se comprova que os semáforos de muito pouco servem se não forem associados a outros meios de segurança, concretamente as lombas - só que da câmara dizem que não podem pôr lombas enquanto a câmara não fizer passeios... Confuso não é?



Relembremos um  anterior acidente igual ao de hoje (posto de 08 de agosto de 2010):

Mais um acidente rodoviário...

Mais uma vez os "selvagens do asfalto" fazem das suas no interior de Coutinho Afonso, e mesmo sobre o (único) passeio da povoação.
 Desta vez, na passada 6.ª feira, foi atingido um poste de madeira, que só ficou de pé graças aos seus cabos telefónicos:


Apesar da violência do embate a "besta" conseguiu fugir. Claro que se estivesse alguém a passar no local...
Já várias vezes demos aqui nota da falta de condições de segurança na circulação dos peões em Coutinho Afonso. Como dizíamos em Setembro de 2008:

Dois anos passados a situação mantém-se exactamente como descrito. Enquanto forem só muros e postes atingidos pelos automóveis parece que os responsáveis políticos e policiais continuam a dormir bem..
Como é sobejamente conhecido - nomeadamente pela Junta de Freguesia -, a povoação não dispõe de qualquer passadeira ou de dispositivos de redução de velocidade, à excepção de dois semáforos nas entradas da povoação que, também como é do conhecimento geral, ninguém respeita - desafiamos as autoridades a confirmar com os seus próprios olhos (nem é preciso radares)esta afirmação.


E ainda outro acidente anterior no mesmo local, num post de 28 de setembro de 2008:

Acidente rodoviário na povoação

Na passada 5.ª feira dia 18 de Setembro registou-se um grave e aparatoso acidente no interior da povoação de Coutinho Afonso.
Pelas 13H30 uma viatura que se deslocava no sentido Cortegaça - Algueirão despistou-se na Estrada Principal, subindo passeio e embatendo violentamente contra um poste de electricidade e o muro de uma habitação.
 O acidente provocou a destruição e queda do poste eléctrico e a avaria da iluminação pública nesta zona (até esta data)

O acidente provocou ferimentos no condutor da viatura, que ficaria encarcerado, sendo a circulação automóvel interrompida até às 18H00.
Como é sobejamente sabido - nomeadamente pela Junta de Freguesia -, a povoação não dispõe de qualquer passadeira ou de dispositivos de redução de velocidade, à excepção de dois semáforos nas entradas da povoação que, também como é do conhecimento geral, ninguém respeita - desafiamos as autoridades a confirmar com os seus próprios olhos (nem é preciso radares) esta afirmação. 
Um grupo de moradores de Coutinho Afonso têm vindo, pelo menos desde 2001, a alertar a(s) Junta(s) de Freguesia para estes e outros problemas de circulação e segurança, sem que seja registada qualquer alteração. Prometemos voltar ao assunto, divulgando os alertas e sugestões efectuados e as respostas (?) obtidas...

sábado, 30 de maio de 2015

50.º aniversário da greve dos trabalhadores dos mármores

No dia 19 de maio passaram 50 anos sobre a greve dos operários dos mármores de Pero Pinheiro e Montelavar.

A Junta de Freguesia/União de Freguesias de Almargem do Bispo, Pero Pinheiro e Montelavar não deixou passar em claro este aniversário e realizou uma exposição, patente até hoje no Edifício Multiusos/Mercado de Pero Pinheiro, e assim noticiada na página de Facebook:


GREVE DE 19 DE MAIO DE 1965 – EXPOSIÇÃO 50 ANOS DEPOIS
A greve que marcou uma geração de trabalhadores e mudou o rumo da indústria do mármore é assinalada através de uma exposição de artigos jornalísticos da época, publicados em periódicos na clandestinidade. 
A exposição está patente ao público no Edifício Multiusos de Pêro Pinheiro, desde amanhã, dia 19 de Maio até dia 30 de Maio e de 12 de Junho a 14 de Junho, no Jardim do Rossio, em Montelavar.
Desta forma, a União de Freguesias pretende homenagear todos quantos lutaram naqueles dias, enfrentando o regime, por melhores salários, por melhores condições de vida.



A iniciativa é muito, muito meritória mas, perdoem-nos, as comemorações deste importante evento histórico nacional, sublinhamos, nacional, merecia mais. A exposição resume-se a algumas cópias de panfletos e de artigos da imprensa clandestina da época, em especial do Partido Comunista Português (cujos arquivos são, como se verifica, merecedores do maior respeito e consideração).

No nossa opinião, existem outros "poderes públicos" com redobradas obrigações, e capacidades, para uma comemoração ainda mais digna deste facto da nossa história, ao nível municipal e nacional. 

Fotografias da exposição:














 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Crime ambiental no Penedo de Cortegaça

Há já alguns anos que o Penedo de Cortegaça vem sendo objecto de crimes ambientais.

A ofensiva foi iniciada na década de 90 do século passado e início deste século, com a exploração clandestina de pedreira, levada a cabo por uma "família tradicional" da Terrugem, que, entre vários "feitos", destruiu a estação arqueológica neolítica do "Penedo da Cortegaça" (5.000 a. C. - 2.000 a. C.).


Na altura alguns moradores de Coutinho Afonso e das Raposeiras denunciaram a situação às autoridades ambientais e conseguiram travar a continuação da exploração. Naturalmente que, de acordo com a legislação já existente na altura, para além da punição dos responsáveis, os danos provocados deveriam ter sido reparados, sendo, nomeadamente, cobertas e florestadas as áreas de pedreira ilegalmente abertas.

As razões de tal não ter sido efectuado nunca foram conhecidas, mas certamente que  as influências da tal família e o compadrio e ou a corrupção das autoridades regionais e locais são a única explicação aceitável.

Mas na actualidade, e aproveitando a degradação provocada anteriormente, os crimes ambientais continuam.

São-no a deposição das lamas residuais das oficinas de cantaria da zona na antiga pedreira, que se vem já traduzindo na contaminação das águas da serra - na proximidade dessa pedreira é já impossível usar a água proveniente de furos ou poços, mesmo para rega, uma vez que as plantas são "queimadas" por essas águas.

 Também a colocação de detritos no interior da pedreira e nos seus acessos se vem acentuando, completando a degradação de uma área extremamente rica do ponto de vista histórico, geológico e paisagístico.




Sobre a riqueza histórica e geológica do Penedo da Cortegaça podem ser consultados neste blogue:

sábado, 6 de julho de 2013

Rossio de Coutinho Afonso finalmente desocupado

No passado dia 01 de Maio publicamos aqui a resposta dos serviços dos SMAS de
Sintra acerca do estaleiro/barraca que invadiu o Rossio de Coutinho Afonso desde o início de 2012.
  
Eis a resposta:
 
 
Relativamente à reclamação/petição apresentada por V. Exa. em 17/02//2013, e após diligências efetuadas junto do SMAS - Serviços Municipalizados de Águas de Sintra, cumpre informar que, no que se refere ao estaleiro, a sua instalação no local enquadra-se no âmbito da empreitada Prolongamento de Redes no Concelho de Sintra – 2012, sendo que se prevê a sua conclusão em Outubro de 2013, data em que será efetuado o levantamento do mesmo.
 
 A sua existência anterior a Setembro 2012 está relacionada com outra empreitada levada a cabo pelo referido serviço, a qual já se encontra concluída.
 
Certos da sua compreensão, agradecemos a oportunidade de colaboração dos munícipes para se ver prestado um melhor serviço pela Autarquia, alertando-nos para problemas que se vêem.


Bom, mas não é que no fim da semana passada fomos alertados para movimentações no largo do Rossio, que se tratavam exatamente de desmontar todo o "estaleiro", incluindo a tal barraca/contentor?




Ainda bem, diremos todos, os SMAS lá tiveram um rasgo de consciência perante ao abuso que foi a ocupação de um baldio de Coutinho Afonso para obras que nem sequer ainda pouco mais são que "virtuais"; e ainda por cima com um "qualidade" de estaleiro, que upa upa...

Mas também não podemos de pensar no raio de desorganização que vai por esses lados - em Maio garantiam que pelo menos até Outubro tínhamos de conviver com o mamarracho no meio da povoação, depois, subitamente, em Junho, vem tudo abaixo.

Bem, agora ficamos finalmente com todos as condições para o cumprimento da promessa do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins para a construção do tal parque de merendas.

E o Sr. Presidente foi mesmo logo informado destas últimas movimentações, tendo feito uma rápida deslocação ao local. Só que entretanto foi agendada uma nova visita já com os moradores mas que ainda não foi concretizada.


Mas oh Sr. Presidente, o largo do Rossio aí está, grandioso, bonito, disponível; se quiser fazer o tal parque de merendas, nós apoiamo-lo - o que necessitamos é que o espaço seja dignificado, basta que seja limpo e que o possamos, nós e os que nos visitam, usar para lazer; claro que é necessário demarcá-lo bem ou mesmo vedá-lo; é que há lá umas terras que têm perninhas e vão descendo, descendo e ocupando o baldio... Conte connosco!
 





quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Três situações a regularizar" - as respostas

Em Fevereiro passado enviamos à Câmara de Sintra e-mail colocando algumas situações que nos pareciam de "regularizar":


1. Mudança de localização de contentores de recolha de resíduos sólidos/ecoponto, por forma a possibilitar a sua utilização pela população em segurança, bem como a já prevista (pela DMUR da CMS) marcação de passadeira para peões – FOTO 1 e FOTO 2 em anexo.

2. Construção de pontão para passagem de peões, que possibilite a circulação dos habitantes sem que tenham de utilizar a faixa de rodagem; no passado ano foi solucionada (pela DSU1 da CMS) situação idêntica – FOTO 3 e FOTO 4 em anexo.
3. Remoção/regularização do estaleiro de obra dos SMAS que ocupa há mais de dois anos largo da povoação, causando impacto ao nível higiénico e da drenagem de águas pluviais, inviabilizando a sua utilização e a concretização de espaço de lazer previsto pela Junta de Freguesia e pela própria CMS; a manutenção deste estaleiro impedirá ainda a construção de passeio para peões que julgamos também prevista pela CMS – FOTO 5 + NOTÍCIA em anexo.

Eis as respostas:  
  • Da mudança dos contentores - resposta da empresa municipal HPEM:
Em resposta ao pedido para alteração da localização do conjunto de contentores de deposição de resíduos urbanos localizados no largo da localidade de Coutinho Afonso, vimos por este meio informar que a HPEM já procedeu à alteração solicitada.
Os equipamentos foram instalados na localização possível, considerando as limitações de espaço público existentes, analisada em conjunto com a DMUR.

  • Do estaleiro no "Rossio" - respsota dos SMAS:
Relativamente á reclamação/petição apresentada por V. Exa. em 17/02//2013, e após diligências efetuadas junto do SMAS - Serviços Municipalizados de Águas de Sintra, cumpre informar que, no que se refere ao estaleiro, a sua instalação no local enquadra-se no âmbito da empreitada Prolongamento de Redes no Concelho de Sintra – 2012, sendo que se prevê a sua conclusão em Outubro de 2013, data em que será efectuado o levantamento do mesmo.


A sua existência anterior a Setembro 2012 está relacionada com outra empreitada levada a cabo pelo referido serviço, a qual já se encontra concluída.

Certos da sua compreensão, agradecemos a oportunidade de colaboração dos munícipes para se ver prestado um melhor serviço pela Autarquia, alertando-nos para problemas que se vêem.

Bem, pelo ficamos a saber o que faz actualmente aquele mamarracho no meio da povoação e que o vamos continuar a ter pelo menos até Outubro; apesar de continuarmos a duvidar da sua utilidade e, sobretudo, da necessidade de o manter no estado de degradação que a imagem documenta:


 
  • Sobre a melhoria das condições de segurança dos habitantes-peões de Coutinho Afonso ainda não recebemos resposta, mas as coisas avançaram mesmo, como o comprovam as fotografias seguintes:
Sem a construção de passeios na povoação (o que se aguarda desde tempos imemoriais), não parece haver mais a fazer em termos de segurança rodoviária - a colocação de outra passadeira, nomeadamente na proximidade do semáforo apresentado na fotografia, não será possível sem a existência desses passeios.

Um bem-haja à DMUR_Divisão de Mobilidade Urbana da CMS, ao Eng. Luís Dias e à sua equipa.