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sábado, 6 de julho de 2013

O trabalho na pedra em Coutinho Afonso

Coutinho Afonso insere-se geograficamente no que se pode designar de "área dos mármores de Pero Pinheiro".

Para além do trabalho na agricultura, o "trabalho na pedra" era (e ainda o é em certa medida) o ganha-pão dos homens, que trabalhavam nas serrações de Cortegaça, Morelena, Palmeiros, Fação, Pero Pinheiro.

E essas serrações eram também escolas de formação: ao longo dos anos, quando a emigração era a única saída para uma vida dura, de exploração e miséria, era o ofício da pedra que proporcionava a saída para a emigração.

Os canteiros de Coutinho Afonso trabalharam em muitas das grandes obras deste país mas também pela Europa fora; da minha família, por exemplo, os meus tios trabalharam nas obras do santuário de Fátima e um deles deu o salto para Paris.

Mas Coutinho Afonso deu à luz  muitos outros artistas canteiros - Joaquim Pechilga, na vertente da arte estatutária foi um deles, com excelentes obras reconhecidas e espalhadas pelo país - ver http://coutinho-afonso.blogspot.pt/2009/05/pedra-e-arte-de-bem-talhar-2-cadernos.html

É possível ainda hoje ver por Coutinho Afonso bons exemplos do trabalho da pedra, de elementos de cantaria nas construções, a outras "cantarias funcionais":



domingo, 2 de dezembro de 2012

A Gilbardeira, a flor do Natal

Estamos a caminho do Natal, e as Gilbardeiras cá estão, com o seu tronco de um verde muito forte e as bolinhas muito vermelhas.



A Gilbardeira, também conhecida em Coutinho Afonso como "Javardeira", era um dos símbolos do Natal da minha infância em Coutinho Afonso.
Nas semanas anteriores ao Natal, ia-se ao Penedo e colhia-se aí o musgo
e também a Gilbardeira, tendo o cuidado de não deixar que as suas "bolinhas" vermelhas caíssem; estas flores/arbustos eram colocadas numa jarra com água e mantinham-se verdes até muito depois do Natal. Depois de secas ainda podiam servir para "vasculhos".

sábado, 10 de dezembro de 2011

Gilbardeira, a flor do Natal

Estamos outra vez no Natal, e cá está a Gilbardeira, a flor do Natal aqui da zona de Coutinho Afonso.





A Gilbardeira, também conhecida em Coutinho Afonso como "Javardeira", era
um dos símbolos do Natal da minha infância em Coutinho Afonso.

Nas semanas anteriores ao Natal, ia-se ao Penedo e colhia-se aí o musgo
e também a Gilbardeira, tendo o cuidado de não deixar que as suas "bolinhas"
vermelhas caíssem; estas flores/arbustos eram colocadas numa jarra com água e
mantinham-se verdes até muito depois do Natal. Depois de secas ainda podiam
servir para "vasculhos".

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

As filhoses

O doce mais tradicional do Natal na nossa zona é, sem dúvida, a filhó.
E ninguém as faz melhor do que a minha Mãe. Duas fotos das filhoses do ano passado (para abrir o apetite):


domingo, 28 de novembro de 2010

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Gilbardeira, a Flor do Natal

A Gilbardeira, também conhecida em Coutinho Afonso como "Javardeira", era um dos símbolos do Natal da minha infância em Coutinho Afonso.
Nas semanas anteriores ao Natal, ia-se ao Penedo e colhia-se aí o musgo e também a Gilbardeira, tendo o cuidado de não deixar que as suas "bolinhas" vermelhas caíssem; estas flores/arbustos eram colocadas numa jarra com água e mantinham-se verdes até muito depois do Natal. Depois de secas ainda podiam servir para "vasculhos".

Este ano o musgo era pouco, mas as Gilbardeiras lá estavam:

Sobre a Gilbardeira, retirei de uma brochura do CISE-Centro de Interpretação da Serra da Estrela (www.cise-seia.org.pt) uma interessante ficha:

domingo, 15 de fevereiro de 2009

AGUARDENTE "QUINTA DA BARROSA"

Mais uma do sótão da minha Mãe: um rótulo de aguardente "Quinta da Barrosa" (dimensão de 140 x 99 mm), produzida pelo estabelecimento de José Lopes Miranda (Herdeiros), do Algueirão.