E eis as melhores filhoses saloias do mundo - as da minha mãe:
Coutinho Afonso é uma pequena aldeia da freguesia de Algueirão-Mem Martins, no concelho de Sintra. Situa-se no nordeste dessa freguesia, no limite com a de Pero Pinheiro, possuindo actualmente cerca de 100 habitantes.
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
O trabalho na pedra em Coutinho Afonso
Coutinho Afonso insere-se geograficamente no que se pode designar de "área dos mármores de Pero Pinheiro".
Para além do trabalho na agricultura, o "trabalho na pedra" era (e ainda o é em certa medida) o ganha-pão dos homens, que trabalhavam nas serrações de Cortegaça, Morelena, Palmeiros, Fação, Pero Pinheiro.
E essas serrações eram também escolas de formação: ao longo dos anos, quando a emigração era a única saída para uma vida dura, de exploração e miséria, era o ofício da pedra que proporcionava a saída para a emigração.
Os canteiros de Coutinho Afonso trabalharam em muitas das grandes obras deste país mas também pela Europa fora; da minha família, por exemplo, os meus tios trabalharam nas obras do santuário de Fátima e um deles deu o salto para Paris.
Mas Coutinho Afonso deu à luz muitos outros artistas canteiros - Joaquim Pechilga, na vertente da arte estatutária foi um deles, com excelentes obras reconhecidas e espalhadas pelo país - ver http://coutinho-afonso.blogspot.pt/2009/05/pedra-e-arte-de-bem-talhar-2-cadernos.html
É possível ainda hoje ver por Coutinho Afonso bons exemplos do trabalho da pedra, de elementos de cantaria nas construções, a outras "cantarias funcionais":
Para além do trabalho na agricultura, o "trabalho na pedra" era (e ainda o é em certa medida) o ganha-pão dos homens, que trabalhavam nas serrações de Cortegaça, Morelena, Palmeiros, Fação, Pero Pinheiro.
E essas serrações eram também escolas de formação: ao longo dos anos, quando a emigração era a única saída para uma vida dura, de exploração e miséria, era o ofício da pedra que proporcionava a saída para a emigração.
Os canteiros de Coutinho Afonso trabalharam em muitas das grandes obras deste país mas também pela Europa fora; da minha família, por exemplo, os meus tios trabalharam nas obras do santuário de Fátima e um deles deu o salto para Paris.
Mas Coutinho Afonso deu à luz muitos outros artistas canteiros - Joaquim Pechilga, na vertente da arte estatutária foi um deles, com excelentes obras reconhecidas e espalhadas pelo país - ver http://coutinho-afonso.blogspot.pt/2009/05/pedra-e-arte-de-bem-talhar-2-cadernos.html
É possível ainda hoje ver por Coutinho Afonso bons exemplos do trabalho da pedra, de elementos de cantaria nas construções, a outras "cantarias funcionais":
domingo, 2 de dezembro de 2012
A Gilbardeira, a flor do Natal
Estamos a caminho do Natal, e as Gilbardeiras cá estão, com o seu tronco de um verde muito forte e as bolinhas muito vermelhas.
Já falamos da Gilbardeira anteriormente em (http://coutinho-afonso.blogspot.com/2009/12/gilbardeira-flor-do-natal.html):
Já falamos da Gilbardeira anteriormente em (http://coutinho-afonso.blogspot.com/2009/12/gilbardeira-flor-do-natal.html):
A Gilbardeira, também conhecida em Coutinho Afonso como "Javardeira", era um dos símbolos do Natal da minha infância em Coutinho Afonso.
Nas semanas anteriores ao Natal, ia-se ao Penedo e colhia-se aí o musgo
e também a Gilbardeira, tendo o cuidado de não deixar que as suas "bolinhas" vermelhas caíssem; estas flores/arbustos eram colocadas numa jarra com água e mantinham-se verdes até muito depois do Natal. Depois de secas ainda podiam servir para "vasculhos".
sábado, 10 de dezembro de 2011
Gilbardeira, a flor do Natal
Estamos outra vez no Natal, e cá está a Gilbardeira, a flor do Natal aqui da zona de Coutinho Afonso.



Já falamos da Gilbardeira anteriormente em (http://coutinho-afonso.blogspot.com/2009/12/gilbardeira-flor-do-natal.html):
A Gilbardeira, também conhecida em Coutinho Afonso como "Javardeira", era
um dos símbolos do Natal da minha infância em Coutinho Afonso.
Nas semanas anteriores ao Natal, ia-se ao Penedo e colhia-se aí o musgo
e também a Gilbardeira, tendo o cuidado de não deixar que as suas "bolinhas"
vermelhas caíssem; estas flores/arbustos eram colocadas numa jarra com água e
mantinham-se verdes até muito depois do Natal. Depois de secas ainda podiam
servir para "vasculhos".
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
As filhoses
O doce mais tradicional do Natal na nossa zona é, sem dúvida, a filhó.
E ninguém as faz melhor do que a minha Mãe. Duas fotos das filhoses do ano passado (para abrir o apetite):
domingo, 28 de novembro de 2010
Novamente a "Gilbardeira"
Estamos a chegar ao Natal e cá está ela novamente, a Gilbardeira, a flor do Natal da nossa zona.



O ano passado já tinhamos falado da Gilbarderira: http://coutinho-afonso.blogspot.com/2009/12/gilbardeira-flor-do-natal.html
O ano passado já tinhamos falado da Gilbarderira: http://coutinho-afonso.blogspot.com/2009/12/gilbardeira-flor-do-natal.html
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Gilbardeira, a Flor do Natal
A Gilbardeira, também conhecida em Coutinho Afonso como "Javardeira", era um dos símbolos do Natal da minha infância em Coutinho Afonso.
Nas semanas anteriores ao Natal, ia-se ao Penedo e colhia-se aí o musgo e também a Gilbardeira, tendo o cuidado de não deixar que as suas "bolinhas" vermelhas caíssem; estas flores/arbustos eram colocadas numa jarra com água e mantinham-se verdes até muito depois do Natal. Depois de secas ainda podiam servir para "vasculhos".
Este ano o musgo era pouco, mas as Gilbardeiras lá estavam:
Sobre a Gilbardeira, retirei de uma brochura do CISE-Centro de Interpretação da Serra da Estrela (www.cise-seia.org.pt) uma interessante ficha:
domingo, 15 de fevereiro de 2009
AGUARDENTE "QUINTA DA BARROSA"
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